Sorria, você está no Braca!
É bom vir aqui e sentir um calor diferente, mistura do malandro,do poeta e do banqueiro bacana. A efervescência cultural, a menina perfumada tomando um bom chopp gelado na beira do balcão à esquina, os acordes da mangueira de cartola, as saudades numa tela de Nilton Bravo, as lagrimas num bacalhau que João Nogueira comia, as gargalhadas depois de uma carne-seca composta por Moacyr Luz.
“X” nos lugares dos “S”sorriso no lugar de cara amarrada, Tom encontra Vinicius, Marina vê Fernanda Abreu, portugueses presentes em toda parte, bacalhau, siri, cebola e muito alho, carne-seca,abóbora,sururu e muita pimenta.
Memórias de contos inesquecíveis da empadinha do Jobi, do pernil Clipper e do bolinho do Bracacarense onde se bebia em pé, do Bar Luiz onde se bebia de joelhos, do Bar Brasil onde se bebia de qualquer jeito.
Você está num caldeirão carioca em Belo Horizonte que celebra o que é ser brasileiro. Viver com graça, a alegria e o otimismo infinito, viver com o orgulho de quem acredita ser especial por habitar uma terra encantada, feita à mão por alguém que com certeza nos queria ver sempre felizes!
Bem-vindo ao Braca.